terça-feira, 21 de junho de 2011

“A importância da Cartografia Escolar no Ensino de Geografia”.

 CARTOGRAFIA ESCOLAR


PROFº Esp.: Eduardo de Almeida Cunha – dm2
 ANÁLISE DO VÍDEO SALTO PARA O FUTURO COM OS ESPECIALISTAS:

Rosângela Doin de Almeida (Unesp)

Todo ponto de vista é visto de um ponto, então o vídeo apresenta uma forma de trabalhar com a representação do espaço, existem muitas outras que são igualmente importantes e válidas, e o professor deva buscar os caminhos que possam satisfazê-lo no sentido de responder suas necessidades em sala de aula de acordo com a sua realidade.
Eu estou fugindo um pouco da idéia de etapa por quê? Porque os problemas que aparecem em sala de aula com relação às diferentes que são usadas é que nortear o professor no sentido de encontrar soluções, encontrar possibilidades de trabalho. O trabalho que apareceu nesse vídeo está dentro de um conjunto de atividades que a professora estava desenvolvendo não é o início da etapa e ela escolheu isso nesse momento, mas ela já estava trabalhando com seus alunos desde o início do ano, com uma questão que veio antes, relacionada estudos sociais com história é a questão dessas crianças onde elas moram é em bairro novo, de onde elas vieram, a origem das famílias dessas crianças, por onde elas passaram etc. E nesse momento ela passou a trabalhar com o desenho e o desenho com uma linguagem possível pra discutir a introdução vamos dizer assim a visão de um mapa cartográfico. Os mapas como nós conhecemos hoje é um produto da nossa cultura na época em que vivemos, mas antes os mapas eram feitos a partir de outros recursos, de outras técnicas, então os índios eles fazem os mapas a partir daquilo que eles conhecem,desenhando e representando no papel os elementos do espaço que eles vivem. Você poderia pensar em construir com os seus alunos a partir de desenhos, mas levando esses alunos a se aproximar da linguagem cartográfica. Pensar num ponto de vista de cima que é o ponto de vista que considera o plano do papel e não a linha do horizonte como referência de localização no espaço, você pode criar legendas em que eles vão apresentar no mapa desenhado os elementos que eles conhecem e pensar também em estabelecer relações espaciais a partir de determinados referenciais que eles definem no espaço que eles conhecem, que pode ser o rio ou a trajetória do sol, e aí você pode introduzir os referenciais geográficos que são norte, sul, leste e oeste.
Bom desenho e fala é linguagem, se há necessidade inicial de falar é de falar por onde eu passo o que vejo a minha direita, onde as coisas estão, de que tamanho elas são, o que atrás, na frente o que vem antes depois, então eu vou está falando, mas estou usando relações espaciais. Depois eu posso desenhar talvez uma dificuldade inicial não só das crianças, mas das pessoas quando tem que fazer um desenho quando perguntou onde é tal lugar? Como eu vou desenhar; é estabelecer um ponto de referência.
A maquete é uma sugestão de um caminho para o professor chegar ao mapa, mas existem outros caminhos, fotografia aérea é outro caminho que pula a maquete.

Tomoko Pagonelli

Dom a questão do desenho na verdade eu quero, retomando um pouquinho a questão da fase anterior eu acho que a criança sempre desenha, se você coloca um papel e oferece lápis caneta tal, essa experiência que agente faz muito, a criança vai desenhar o que ela acha que deve,pode ser um rabisco. À medida que ala vai crescendo ela vai ouvindo as historinhas ela vai desenhando essas historinhas, Rapunzel entende, ela vai se desenhando, então eu acho que os pais, professores tem que obedecer no pré-escolar que seria nessa anterior e geralmente no pré-escolar acontece muito que dá muita ênfase a questão da arte, então a criança tem muita possibilidade de desenhar ,então com isso ela vai exercitando essa capacidade de representar graficamente coisas do mundo.existe um processo de desenvolvimento gráfico.e que os pais principalmente  acompanham mais de perto,mas os professores também podem acompanhar por que existem teorias e estudos sobre representação gráfica.sobre desenho que permite você avaliar essa produção que ela está fazendo.quer dizer os meus alunos dizem que minha letra é meia cobaia ,que eu invento os desenhos delas pra avaliar como ela está em relação ao desenvolvimento gráfico.e essa atividade eu acho bastante interessante porque na verdade agente observa pelo vídeo que apesar de todas as crianças trabalhando a sala de aula a professora deve fazer o levantamento do que existe na sala de aula e enfatizar que deve ser desenhada do ponto de vista de cima,você que pelo desenvolvimento dessa criança ela vai desenhar a lôsa vista de frente entende? O armário visto de frente, então aí depende de todo um processo que você vai oferecer condições pra que ela possa chegar a desenhar todos os objetos vistos de cima.
A questão da localização a criança ela desde o momento em que nasce ela está construindo essas noções espaciais, por que ela sabe onde estar, se no jardim dentro ou fora da sala. Então pela própria linguagem ela está utilizando noções de localização. Só que essas formas de localização têm especificidades, então uma criança vai usar alguns tipos de relações que ela tem domínio.
As garatuchas mostram que a criança está tentando expressar, você pode acompanhar as garatujas depois vai desenhando um círculo, quadrado então faz parte do próprio desenvolvimento da criança. O professor deve saber ler os desenhos das crianças assim como elas devem saber ler os mapas.

Venceslau M. Oliveira Jr.(Unicamp)

As crianças são inseridas desde muito cedo numa cultura visual das coisas e elas vão desenhando as coisas a partir de um modo de um ponto de vista que elas vão se acostumando a vê-las. A Giovanna propôs essa atividade de olhar de cima ela está solicitando que as crianças alterem os pontos de vista habituasse constroem outra forma de pensar o espaço que levam essa criança a se inserir numa determinada forma de representação do espaço, que é uma tradição importante na nossa cultura ocidental; que é o mapa, que assume o ponto superior visto de cima. Na verdade o interessante dessa atividade é promover essa aproximação entre o desenho que é normalmente habitual na trajetória da infância à uma linguagem caracterizada mais num universo social da cultura ocidental.quando se falava pra não se colocar os mapas pendurados é porque o norte ficava pra cima e dava-se sempre a idéia de que havia uma posição da esfera com relação ao espaço,quando se pensa em colocar os mapas no chão é exatamente pra que se possa girar e construir o para cima tanto como o sul,tanto com o norte talvez o leste e o oeste enfim que o mapa seja visto como uma representação que codificou o norte para cima,mas que é interessante se trabalhar com os mapas tanto pendurados como no plano de forma que tenha posições variadas e procurar trabalhar com os mapas mais antigo como os mapas árabes onde o sul é que está voltado para cima da folha. 


 Universidade Estadual do Maranhão-UEMA
Centro de Ensino Superiores de Caxias-CESC
Departamento de História e Geografia-DHG
Disciplina: Prática de Ensino: Cartografia Escolar
Professor: Esp.: Eduardo de Almeida Cunha-dm2

Acadêmico: Hildon Freire de Moraes cód: 09.452.15

● Análise dos comentários e ponto de vista dos principais teóricos brasileiros da Cartografia Escolar.
1 ) Fazer uma comparação dos principais tópicos do vídeo com o que já foi trabalhado na disciplina Cartografia Escolar.

Pode-se colocar que o vídeo veio a recapitular e fortalecer os assuntos trabalhados até o presente momento na disciplina prática de ensino: Cartografia Escolar, com o professor Esp.: Eduardo de Almeida Cunha.
Deve-se frisar que o vídeo embora curto, destacou vários pontos como, a alfabetização cartográfica nas séries iniciais, trabalhando com as crianças a compreensão dos processos necessários para a realização das representações gráficas, principalmente os mapas, visando educar o aluno para a visão cartográfica.
No decorrer da exposição audiovisual, os especialistas comentaram e pode-se comparar com as aulas do professor Eduardo de Almeida Cunha, sobre o aluno leitor crítico ou mapeador consciente, que nesses casos tanto um eixo de trabalho quanto o outro eliminam a possibilidade do aluno copiador de mapas. Também se pode colocar algo que foi mencionado e visto nas aulas, a construção de maquetes como produto de compreensão do tridimensional para o bidimensional, além de outros pontos de inquestionáveis importâncias.

2) Dê sua opinião referente aos temas discutidos?

“Achei fundamental tanto por mim como para todos que esteve presente, uma vez que ajudou significativamente a compreensão dos temas cartográficos propostos, já comentados antes pelo Profº Eduardo Almeida, e mais, fortalecidos agora com nosso melhores especialistas da área de cartografia escolar".


  Palestra Organizada pela Prof.ª Dra.: Maria Tereza de Alencar

 Palestra proferida pelo Professor: Esp.: Eduardo de Almeida Cunha

TEMA DA PALESTRA: “A importância da Cartografia Escolar no Ensino de Geografia”.
  

RESUMO:
 
A Palestra que, diga-se de passagem, muito boa, proveitosa e de considerável grau de aprendizado, conciliou a confraternização do dia do Geógrafo 29 de Maio de cada ano, com uma brilhante atuação do mais novo professor da casa Eduardo de Almeida Cunha, em pouco mais de uma hora de exposição, trouxe a comunidade de geógrafos do CESC-UEMA um vasto conteúdo referente à Cartografia, principalmente no aprendizado desse tema para com as crianças das séries iniciais, a princípio uma breve passagem em questões de possíveis usos em provas de vestibulares, experiências presenciadas em um determinado ponto da cidade onde se mora, observando em tal oportunidade as referências cardeais, pode-se ter uma correta interpretação desses sentidos visto através de uma figura que represente de forma quase que parecida uma vez essa podendo ser em outra cidade, como citado pelo palestrante a imagem do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, se o sol se põe a Oeste atrás da estátua, quer dizer que a frente é Leste o braço esquerdo Norte e o direito Sul.
Sobre os desenhos de crianças o transmissor do conhecimento cartográfico da noite, foi feliz em citar os quatro aspectos a serem considerados nesse tipo de trabalho segundo o que foi publicado por Negrão, sendo a *localização *Proporção ou escala *Projeção ou perspectiva *Simbologia, tais pontos comentados e analisados mediante imagens de desenhos elaborados por alunos de series iniciais da cidade de Caxias.
Após o fundamental momento de conhecimentos, o C.A. de Geografia da UEMA, complementaram a noite com sorteios de alguns livros da área geográfica, deixando contentes alguns sortudos, porém de forma cordial e contemplando a todos, um simples mais significativo coquetel na saída dos vários ilustres acadêmicos de Geografia de todos os períodos do presente ano de 2011.

                                                                                        Hildon F. de Moraes 
                                                                                        (Acadêmico de Geografia)
 
Caxias – MA
Junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

HACHIKO: “Uma lealdade eterna”.

   HACHIKO


“Uma lealdade eterna”.
Na vida nos surpreendemos com pequenos detalhes
Emocionamo-nos com as coisas percebidas com o coração
Pois a força que une os sentimentos é eterna
A lealdade de Hachiko ficou expressa em seu olhar
Emocionou e emociona gerações.
È contagiante, pois todos que o olham dão vontade de lhe fazer carícia,
De conhecer a sua fiel história
E principalmente de lhe dá um carinhoso abraço
Nem que seja por um instante de sua eternidade em nossos corações...

Escrito por Eduardo de Almeida Cunha – dudumaranhense,
após assistir o filme: Sempre ao seu lado exibido pela rede globo no dia 11/06/2011 em Super Cine.

Saudades de Boby, Suzi e Raíza.


MEU CACHORRO LÁPIS.

terça-feira, 17 de maio de 2011

CARTOGRAFIA ESCOLAR: "Pequena avaliação criativa".




CARTOGRAFIA ESCOLAR                 
PROFESSOR Esp.: EDUARDO DE ALMEIDA CUNHA         dudumaranhensedm2@gmail.com
dudumaranhensedm2blogspot.com

ALUNOS:_______________________________________________­­­­­­­­­


1ª RETROSPECTIVA DE "CARTOGRAFIA ESCOLAR".
1) Analise a estruturação das noções fundamentais que devem ser trabalhadas, do 2ª ao 5ª ano, ou para as faixas etárias de 6 (seis) a 12 (doze) anos, exposta no fluxograma a seguir:




























Dimensões da alfabetização cartográfica para as séries iniciais do ensino fundamental. Fonte: Simielli (2010).
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2)Para ser capaz de trabalhar com produtos cartográficos (mapas, cartas, plantas, etc.) é necessário que o aluno conheça os principais elementos da representação gráfica. Entre as noções a serem desenvolvidas no processo de alfabetização Cartográfica estão:

a)lateralidade, escala e correlação;
b)localização, lateralidade e síntese;
c)visão oblíqua, escala e orientação;
d)visão vertical, lateralidade e correlação;
e)orientação, síntese e bidimensionalidade.


3) É fundamental que os professores questionem os desenhos produzidos pelos alunos em função da forma, tamanho, posicionamento, orientação, distância, direção e perspectiva dos objetos e lugares representados. A esse respeito Almeida e Bionde (apud Negrão, 2004), dizem que existem quatro aspectos a serem considerados quando se trabalha com desenho de crianças. Eles serão úteis no futuro para o estudo cartográfico. Analise o desenho abaixo de uma criança da Rede Municipal de Caxias-MA, quanto:

a) Localização:
b) Proporção ou Escala:
c) Projeção ou Perspectiva:
d) Simbologia:
    
Desenho da planta da sala de aula. Aluno de Caxias-MA (2005): 
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4) Ao responder um desenho representativo do percurso de sua casa até a escola, uma criança do Município de Caxias-MA mencionou a seguinte frase:“Ei moço, eu queria uma outra folha de papel, por que minha casa é muito longe”. Qual a análise que você faz da pergunta?
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5)A reflexão sobre o conceito de alfabetização cartográfica torna-se necessária, à medida que, no que se refere à leitura de mapas, temos que conhecer essa linguagem. Precisamos aprender desde as séries iniciais a “ler” através da linguagem gráfica assim como aprendemos a expressar através da linguagem escrita. Sobre alfabetização cartográfica, analise as proposições abaixo.
I. Está incluído, na alfabetização cartográfica o problema da leitura e escrita da linguagem gráfica, particularmente do mapa onde todos os professores são preparados para alfabetizar as crianças no que se refere ao mapeamento.
II. O mapa deve ser estendido como material que auxilia no entendimento e desvelamento de determinada realidade. Caso contrário, o ensino de geografia poderá se tornar o ensino de mapa.
III. Para as aulas de geografia, é importante que os professores tenham uma concepção de leitura e alfabetização mais ampla, e o mais importante: devem ser leitores de mapas e não, meros decodificadores.
IV. Quando, nas propostas dos professores do ensino da leitura de mapas, for iniciando o aluno em sua tarefa de mapear, estarão, portanto, mostrando os caminhos para que esse aluno se torne um leitor consciente da linguagem cartográfica.
Somente estão CORRETAS:
A) I e II.                           B) III e IV.                  C) II, III e IV.                D) I, III e IV.                 E) I, II e III. 

6) Observe a ilustração abaixo.


Ela mostra uma maquete. A maquete é uma representação tridimensional da realidade. Pode ser construída a partir de diferentes visões. A visão mostrada na ilustração é:
(A) horizontal;
(B) oblíqua;
(C) vertical;
(D) perpendicular;
(E) lateral.
  
  
7)Uma professora de Geografia utilizou, numa de suas aulas, o mapa a seguir. Ele permite localizar:


A) As principais áreas de Taiga.
B) As zonas de conflitos étnicos africanas.
C) O Oriente Médio.
D) Os grandes biomas de florestas tropicais.
E) As amplas áreas de “Economia de Plantation”.
  
8) “O estudo da cartografia não pode ser desvinculado de uma dimensão histórica e simbólica, pois não existe uma linguagem cartográfica única, universal e imutável. Todo mapa é um conjunto de signos, símbolos, que só podem ser compreendidos e decodificados a partir dos elementos da própria cultura na qual ele foi formulado”. Júnia Ferreira Furtado Variahist. vol. 23, nº 37, Belo Horizonte, Jan./June 2007, in: www.scielo.br, acessado em 12/06/2009.

De acordo com o texto, é correto afirmar que os:
a) códigos presentes nos mapas são universais e buscam a simplificação representativa do espaço;
b) elementos históricos são indispensáveis para o estudo dos mapas e da sociedade que os elaborou;
c) mapas são a representação exata de grande parte dos seus elementos presentes em um fato geográfico;
d) Mapas são fieis representações dos territórios e elaborados de forma neutra e sem interesses políticos. 


9)(ADAPTAÇÃO –dm2) “Um dos aspectos mais importantes para uma utilização eficaz e satisfatória de um mapa diz respeito ao sistema de orientação empregado pelo mesmo. O verbo orientar está relacionado com a busca do oriente, palavra de origem latina que significa nascente. Assim, o ‘nascer’ do sol, nesta posição, relaciona à direção leste, ou seja, ao oriente.” (FITZ, Paulo Roberto. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008).

Considere a imagem abaixo:
                                          Fonte: FITZ, Paulo Roberto. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008.

Partindo do fragmento do texto e da imagem, julgue os itens a seguir:
I. O mapa apresentado constitui-se numa representação equivocada do território brasileiro, uma vez que o norte aparece na parte inferior da representação.
II. Da forma como está apresentada a divisão regional do Brasil e, considerando a trajetória aparente do sol, as regiões Norte e Centro-oeste apresentam horas adiantadas em relação às demais regiões brasileiras por estarem situadas na porção mais oriental do país.
III. Não existe equívoco na representação, uma vez que as indicações norte “para cima” e sul “para baixo” são simples convenções e, como se sabe, o planeta não obedece a um referenciamento específico.

A respeito das afirmações constantes dos itens I a III, pode-se afirmar, CORRETAMENTE, que:

a) Apenas a afirmação constante do item I está correta.
b) Apenas a afirmação constante do item II está correta.
c) Apenas a afirmação constante do item III está correta.
d) Apenas as afirmações constantes dos itens I e III estão corretas.
e) As afirmações constantes dos itens I, II e III estão corretas.


10)( Concurso da Pref. Mun. de São José dos Campos, 2010).



11)O que você entende por desvios na transposição didática?
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12)Cite quatro habilidades fundamentais a serem trabalhadas para o desenvolvimento e a consolidação do aluno mapeador consciente?
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13)Observando o mapa abaixo, cite uma aquisições simples, outra média e uma complexa que podemos aplicar ao mesmo:

                 








14) ”É comum os autores fazerem comparação de requisitos de aprendizagem entre o desenho do espaço e o mapa (de adulto) com o objetivo de atingir habilidades para os conteúdos cartográficos. Se eu pretendo orientar meus alunos de séries iniciais para atingirem tais habilidades? Referente aos conteúdos abaixo devem ser trabalhados”: Texto adaptado de ALMEIDA, 2001.



a)Coordenadas geográficas______________________

b)Uso de convenções ___________________________________________


15)Dê quatro conhecimentos relativos à representação do espaço às duas atividades propostas no quadro abaixo:


ATIVIDADE
CONHECIMENTOS RELATIVOS À REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO


01- Mapa do corpo 
         
            
  •  






            

            


   02- Maquete da sala de aula
     
  •            



  •  



          

            
Quadro adaptado do livro: Do desenho ao mapa de ALMEIDA, 2001.


16)O professor Eduardo Almeida mostra a uma turma de sexto ano do Ensino Fundamental três mapas políticos, todos do mesmo tamanho, sendo um do Mundo, um da América do Sul e o outro do Brasil. A seguir, formula a turma duas questões:
“Qual destes mapas apresenta a maior escala?” e “Qual destes mapas apresenta maior detalhamento?”
A resposta para essas questões seriam, respectivamente, os mapas:
A) do Mundo e da América do Sul.
B) do Mundo e do Mundo.
C) do Brasil e do Mundo.
D) do Brasil e do Brasil.
E) do Brasil e da América do Sul.


17)(PUCRIO - dm2) Levando-se em consideração que, no dia em que esta foto foi tirada, o Sol nasceu exatamente em frente da estátua do “Cristo”, Caxias-MA, podemos AFIRMAR que:

   FOTO: dm2 do Cristo da Praça Cândido    Mendes, Caxias-MA -          21/03/2011, às 9h. 

















a) Sabendo que a Igreja da Matriz está situada na parte frontal da imagem, então a mesma está ao norte do Cristo.
b) pela data que a foto foi tirada, evidencia o início do verão.
c) o leste está na direção da parte de trás da estátua do Cristo.
d) o braço direito do Cristo está apontando para a direção sul.
e) o braço esquerdo do Cristo Redentor está apontando para a direção oeste.
  
 FOTO: dm2 do Cristo da Praça Cândido M



18) A localização de um ponto na superfície da Terra é indicada por duas coordenadas geográficas. Elas são:
a) Latitude e Perpendicularidade.
b) Latitude e Rotação da Terra.
c) Longitude e Altitude.
d) Translação e Inclinação da Terra.
e) Latitude e Longitude (direita e esquerda).


19)”As crianças nem sempre compreendem os conceitos espaciais usados pelos adultos”, Almeida, 2010. Ao explicar uma aula de Geografia sobre orientação, um aluno não compreendeu como o estado do Maranhão poderia estar ao leste da Pará e ao oeste do Piauí ao mesmo tempo. Qual a explicação para este fato?


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20) (Adaptação dm2 - da Prova Brasil – 2010) O desenho a seguir mostra uma estante onde são guardados diversos livros.



Um aluno está de frente para essa estante.
Nessa posição, o livro de Geografia é o quinto a partir de sua.




          (A) direita, na prateleira de baixo.
          (B) direita na prateleira de cima.
          (C) esquerda na prateleira de cima.
          (D) direita e esquerda, na prateleira de baixo.








“Todo aluno pode ser capaz de criar seu próprio mapa e fazer algo sobre ele”.
Professora das séries iniciais de Caxias-MA, 2005.   

RESPOSTAS DO TESTE DE CARTOGRAFIA ESCOLAR (MAIO DE 2011) DE ACORDO COM O PROFº ESP.: Eduardo de Almeida Cunha
“Parece-me, que mais importante a Cartografia em si, o potencial da disciplina Cartografia Escolar está no processo de aquisição da linguagem cartográfica para sua compreensão, análise, elaboração e divulgação de conhecimentos”.
 dudumaranhense-dm2
QUESTÕES
RESPOSTAS



01.

ü  O desenvolvimento das noções básicas da alfabetização cartográfica, expostas no fluxograma, contribui para a desmitificação da Cartografia como apresentadora de mapas prontos e acabados. O objetivo desse “alfabeto” e das representações dos mapas a partir de desenhos é transmitir informações do espaço e não ser, simplesmente, objeto de reprodução. Toda a estruturação e as noções fundamentais  devem ser trabalhadas com atividades pertinentes ao nível dos alunos, seguindo um processo  evolutivo da linguagem cartográfica.
Seguindo esta proposta do fluxograma os professores do ensino da leitura de mapas,  estarão, portanto, mostrando os caminhos para que esse aluno se torne um leitor consciente da linguagem cartográfica.
Desse modo, a Alfabetização Cartográfica aparece como elemento primordial de instrumentalizar nossos alunos para fazer essa leitura de mundo que o cerca. Assim, a alfabetização cartográfica é o processo de ensino aprendizagem por onde nossos estudantes serão inseridos no estudo dos “mapas de adultos”.
02.
ü  C
                                          03.


ü  Localização – O aluno desenhou a partir do local em que estava sentado, a sua sala de aula colocando os objetos que estavam localizados na sua frente, atrás, à direita e á esquerdo sendo criterioso quanto à localização dos objetos representados. Com o mesmo poderíamos utilizá-lo como um instrumento de ensino. Fazendo perguntas do tipo: o que há à direita ou à esquerda do local onde ele estava sentado (o garotinho de braços abetos)? Se ela já tem essas noções, é possível falar de latitude e longitude posteriormente e até mesmo dos pontos cardeais – norte, sul, leste e oeste.
ü  Proporção ou Escala – O aluno verificou a existência de proporcionalidade entre os elementos representados e entre estes e os reais. Pois na sala de aula em visão oblíqua, percebemos que quase todos os objetos estão representados de forma proporcional: a mesa da professora, a mesa do aluno, o cesto de lixo, os livros na carteira, entre outros. Com exceção da maçã.o ponto de vista do aluno quase não alterou o tamanho dos objetos. 
ü  Projeção ou Perspectiva - na sala de aula em visão oblíqua o ponto de vista do aluno quase não alterou proporcionalmente o tamanho dos objetos. Destaca-se o risco na mesa da professora indicando perspectiva em profundidade. No mesmo é fácil identificar quais os elementos estão mais à frente ou mais longe.
ü  Simbologia - a criança mostrou-se hábil para estabelecer em seu desenho traços que representem elementos que ele observa à sua volta.

04.
 “Ei moço, eu queria uma outra folha de papel, por que minha casa é muito longe”.
ü  O aluno demostrou não ter habilidades quanto à noção de escala ou proporcionalidade. E que é possível representar o referente trajeto em apenas uma folha de papel. Daí a importância de se trabalhar com a alfabetizção cartográfica.
05.
ü  C
06.
ü  A
07.
ü  C
08.
ü  B
09.
ü  C
10.
ü  B
11.
·         “transposição didática”- e o ponto vital para a ação pedagógica do professor de Geografia e entre os demais no ensino escolar. Pois em sua formação ele aprende os conceitos e conteúdos geográficos para utilizá-los em análises, pesquisas e afins.
Contudo, na relação da aula de geografia, em sala de aula, ele não possui as informações que transformam esses conceitos acadêmicos em  conteúdo  especificamente escolar e que possibilitem uma aprendizagem significativa. Entendendo que este processo deve possibilitar ao aluno o acesso à compreensão, dos conceitos, e que esta faça parte de seu processo de conscientização sobre a realidade em que ele está inserido. 
“Este processo de transformação do conteúdo (conceito) acadêmico em conteúdo escolar necessita, também, da participação de um determinado conhecimento a respeito de quem seja o aluno a quem se quer ensinar, para que se efetiva a pretendida “transposição”.

12.

Cite quatro habilidades fundamentais a serem trabalhadas para o desenvolvimento e a consolidação do aluno mapeador consciente?
·         Na atualidade, os professores devem utilizar os mapas como um importante recurso didático na sala de aula. E para que os alunos tornem-se mapeadores consciente, devem passar por etapas contínuas e interesantes de aprendizagem, tais como:

·         Visão oblíqua e visão vertical;
·         Construção da noção de legenda;
·         Imagem tridimensional e imagem bidimensional;
·         Alfabeto cartográfico: ponto, linha e área.
13.

·         Aquisições simples – saber o direcionamento das referentes massas de ar que atuam no território brasileiro no verão e inverno;

·         Aquisições médias – reconhecer e situar as diferentes massas de ar que atuam no território brasileiro;

·         Aquisições complexas – Correlacionar as diferentes formas de atuação das massas de ar no verão e inverno, levantando hipóteses reais de alguns acontecimentos.
14.


ü  Coordenadas geográficas – noções de direita/ esquerda e acima/abaixo.

ü  Uso de convenções – Representações pictóricas, com predomínio de equivalentes analógicos na formulação de legendas.
15.





ü  Mapa do corpo – Lateralidade;
ü  Organização do espaço geográfico;
ü  Referenciais de localização no plano;
ü  Localização e orientação espacial.

ü  Maquete da sala de aula – Localização;
ü  Proporção;
ü  Coordenação de diferentes pontos de vista;
ü  Projeção no plano.

16.
ü  D
17.
 
ü  D
18.
ü  E
19.



ü  De acordo com ALMEIDA, 2010. “As crianças nemsempre compreendem os conceitos espaciais usados pelos adultos”. No caso a criança não entendeu como o Maranhão poderia está a leste do Pará e a oeste do Piauí. Não aceitao fato de uma localidade está a direita e a esquerda ou ao oeste e ao leste ao mesmo tempo. Muitos alunos ainda vêem os referenciais de localização de forma estática, centralizadosno próprio referencial de leste/oeste ou em outros casos de norte/sul.
20.
ü  D
OBS: Lembre-se de que as respostas não possuem verdades absolutas e estão sujeitas a questionamentos.
BOA PROVA E
FÉ EMDEUS!
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